Biografias

Maria Alberta Menéres

Maria Alberta Menéres nasceu em 1930, em Vila Nova de Gaia. Tem uma vasta obra poética, estando representada em várias antologias literárias nacionais e estrangeiras. Foi professora dos Ensinos Básico e Secundário nas disciplinas de Língua Portuguesa e História. É autora de inúmeros programas televisivos para crianças, tendo sido Diretora do Departamento de Programas Infantis e Juvenis da RTP de 1974 a 1986. Publicou mais de 69 livros para crianças (contos, poesia, BD, teatro e novela). Em 1986, recebeu o Grande Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura para Crianças “pelo conjunto da sua obra literária e pela manutenção de um alto nível de qualidade”.

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Sophia de Mello Breyner

Sophia de Mello Breyner nasceu a 6 de novembro 1919 no Porto, onde passou a infância. Entre 1936 e 1939 estudou Filologia Clássica na Universidade de Lisboa. Publicou os primeiros versos em 1940, nos Cadernos de Poesia. Casada com Francisco Sousa Tavares, passou a viver em Lisboa. Participou ativamente na oposição ao Estado Novo e foi eleita, depois do 25 de Abril, deputada à Assembleia Constituinte.

Autora de catorze livros de poesia, publicados entre 1944 e 1997, escreveu também contos, histórias para crianças, artigos, ensaios e teatro. Traduziu Eurípedes, Shakespeare, Claudel, Dante e, para o francês, alguns poetas portugueses.
Recebeu entre outros, o Prémio Camões 1999, o Prémio Poesia Max Jacob 2001 e o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana. Foi a primeira vez que um português venceu este prestigiado galardão, que, para além do valor pecuniário de 42 070 euros, significa ainda a edição de uma antologia bilingue (português-castelhano), o que levou a autora a um vastíssimo público que cobre os países latino-americanos.

Com uma linguagem poética quase transparente e íntima, ao mesmo tempo ancorada nos antigos mitos clássicos, Sophia evocou nos seus versos os objetos, as coisas, os seres, os tempos, os mares, os dias. A sua obra, várias vezes premiada está traduzida em várias línguas.

 Sophia de Mello Breyner Andresen faleceu a 2 de julho de 2004, em Lisboa.

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Maria Teresa Maia Gonzalez

Maria Teresa Maia Gonzalez, licenciada em Línguas e Literaturas Modernas, coautora da coleção “O Clube das Chaves”, da qual já se publicaram 21 volumes, é autora de inúmeras outras obras, incluindo vários títulos premiados. A Lua de Joana, o seu maior sucesso editorial, já conta com 16 edições e 220 000 exemplares vendidos. O seu livro, O Pai no Tecto, tem sido igualmente bem recebido pelos jovens leitores e professores.

É uma das mais vendidas e prestigiadas autoras portuguesas de livros dedicados a crianças e jovens adolescentes. Inicia com a publicação deste livro na Principia, uma colaboração na área dos livros para crianças e jovens adolescentes, com livros cujo conteúdo pretende transmitir uma mensagem espiritual e um sentido de religiosidade adaptado à idade do público-alvo.

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Pedro Seromenho

Pedro Seromenho Rocha, de nacionalidade portuguesa, nasceu em 1975, na cidade de Salisbúria (Harare), República do Zimbabué. Com apenas dois anos de idade fixou-se em Tavira e mais tarde em Braga, onde actualmente reside. Embora formado em Economia, Pedro Seromenho dedica-se inteiramente a escrever e a ilustrar livros para várias editoras nacionais e brasileiras, tendo já constituído a sua própria editora: paleta de letras. Depois do sucesso do livro A Nascente de Tinta (2006) o autor regressa agora ao mundo do sonho e da imaginação com O Reino do Silêncio (2008). 900 – História de um Rei (2009). É um escritor cuja preocupação se prende com temática muito ao gosto dos leitores mais jovens, como por exemplo, a reciclagem ou o corpo humano.

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José Jorge Letria

José Jorge Letria nasceu em Cascais em 1951. Estudou Direito e História e é pós-graduado em Jornalismo Internacional. Com dezenas de livros publicados em diversas áreas, foi distinguido com importantes prémios literários nacionais e internacionais. É um dos mais destacados nomes da literatura infantojuvenil em Portugal e autor de programas de rádio e televisão. Está traduzido em várias línguas.

Integrou, com José Afonso, Adriano e Manuel Freire, entre outros, o movimento da canção de resistência, tendo sido agraciado em 1997 com a Ordem da Liberdade.
Foi, durante oito anos, vereador da Cultura da Câmara de Cascais. É, desde Janeiro de 2011, presidente da Sociedade Portuguesa de Autores.
É coautor, com José Fanha, de várias antologias de poesia portuguesa.

O essencial da sua obra poética encontra-se condensado nos dois volumes da antologia O Fantasma da Obra, publicados respetivamente em 1994 e em 2003, ano em que completou três décadas de atividade literária em livro. O seu livro para crianças O Homem que Tinha uma Árvore na Cabeça integrou, em 2002, a lista “Books and Reading for Intercultural Education“, da União Europeia.

Autor de quase duas centenas de títulos publicados em cerca de cinquenta editoras diferentes, metade dos quais na área da literatura infantojuvenil, a sua obra para a infância tem sido tem a de vários estudos, nomeadamente da tese de Doutoramento da Doutora Maria Teresa Macedo, na Universidade do Minho.

Sobre a sua experiência na madrugada do 25 de Abril publicou, em 1999, o livro Uma Noite Fez-se Abril. Foi autor do ensaio “O Terrorismo e os Media – O Tempo de Antena do Terror”.

Tem livros traduzidos em várias línguas (castelhano, francês, inglês, italiano, búlgaro, japonês, russo, romeno, húngaro e checo) e está representado em numerosas antologias poéticas em Portugal e no estrangeiro, designadamente em França, onde o seu livro Um Amor Português, com tradução de Séverine Rosset, foi publicado com a chancela das Edições Albin Michel.

A sua obra literária foi distinguida, até à data, com inúmeros prémios.

Como escritor distingue-se na poesia, no conto, no teatro e, sobretudo, na literatura para a infância e juventude.

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Matilde Rosa Araújo


Matilde Rosa Araújo nasceu em Lisboa, em 1921, tendo tirado a sua licenciatura na Faculdade de Letras, da Universidade Clássica de Lisboa, em 1945. Foi professora do Ensino Técnico-Profissional, e formadora de professores na Escola do Magistério Primário de Lisboa.

Foi autora de mais de 40 livros (contos e de poesia para adultos) e de mais de duas dezenas de livros de contos e poesia para crianças. Dedicou-se à defesa dos direitos das crianças através da publicação de livros e de intervenções em organismos com atividade nesta área, como a UNICEF em Portugal.

Em 1980, recebeu o Grande Prémio de Literatura para Crianças, da Fundação Calouste Gulbenkian, e o prémio para o melhor livro infantil, pela mesma fundação, em 1996, pelo seu trabalho Fadas Verdes (livro de poesias, de 1994).

Matilde Rosa Araújo recebeu o grau de Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique e, em Maio de 2004, foi distinguida com o Prémio Carreira, da Sociedade Portuguesa de Autores.

Faleceu em 6 de julho de 2010 na sua casa em Lisboa.

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Luísa Ducla Soares

Nasceu em Lisboa a 20 de julho de 1939 e licenciou-se em Filologia Germânica. Iniciou a sua atividade profissional como tradutora, consultora literária e jornalista, tendo sido diretora da revista de divulgação cultural “Vida” (1971-2). Colaboradora de diversos jornais e revistas, estreou-se com um livro de poemas, “Contrato”, em 1970. Foi adjunta do Gabinete do Ministro da Educação (1976-8).

Trabalha desde 1979 na Biblioteca Nacional onde iniciou a sua atividade realizando uma bibliografia de literatura para crianças e jovens em Portugal. Aí organizou numerosas exposições, sendo atualmente assessora desta instituição e responsável pela Área de Informação Bibliográfica. Orientando-se preferencialmente para a literatura destinada a crianças e jovens, publicou mais de 80 obras. É sócia fundadora do Instituto de Apoio à Criança. Tem escrito guiões televisivos e preparou diversos sites de internet, nomeadamente os da Presidência da República durante o mandato de Jorge Sampaio. Tem elaborado para o Instituto Português do Livro e das Bibliotecas, para o Ministério da Educação e Fundação Gulbenkian diversas publicações seletivas da literatura infantil nacional e internacional. Vários poemas seus foram musicados, tendo sido editado em 1999 um CD com letras exclusivamente de sua autoria musicados por Susana Ralha. Intitula-se “25” por ser constituído por 25 canções e se integrar na comemoração dos 25 anos da Revolução de 25 de Abril.

Junto de escolas e bibliotecas desenvolve regularmente ações de incentivo à leitura. Participa frequentemente em colóquios e encontros, apresentando conferências e comunicações sobre problemática relacionada com os jovens e a leitura e sobre literatura para os mais novos. Recusou, por motivos políticos, o Grande prémio de Literatura Infantil que o SNI pretendeu atribuir-lhe pelo livro História da Papoila, em 1973. Recebeu o Prémio Calouste Gulbenkian para o melhor livro do biénio 1984-5 por 6 Histórias de Encantar e foi galardoada com o Grande Prémio Calouste Gulbenkian pelo conjunto da sua obra em 1996. Em 2004 foi selecionada como candidata portuguesa ao Prémio Hans Christian Andersen.

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Vergílio Alberto Vieira

Vergílio Alberto Vieira nasceu em Braga, em 1950. Formou-se em Letras pela Universidade do Porto, tendo lecionado na Escola Passos Manuel/ Lisboa até finais de 2008. Autor de títulos nos domínios da poesia, ficção, teatro, ensaio e literatura infantojuvenil, fez crítica de livros no Jornal de Notícias (Porto) e no Expresso (Lisboa), vindo a reunir parte dessa produção nos volumes Os Consentimentos do Mundo (1993) e A Sétima Face do Dado (2000). Nos últimos anos publicou: A Biblioteca de Alexandria/ ficção (2001), Crescente Branco/ poesia (2004), Pára-me de Repente/ teatro (2005) e Papéis de Fumar/ obra poética (2006), a que se seguiram: Sombras de Reis Mendigos (2009) e Melancholia Perennis (2009). Está representado em antologias editadas em Portugal, Brasil, Moçambique, Espanha, França, Itália, Alemanha, Hungria, Bulgária, Estados Unidos, México e Marrocos. Pertence à direção da Associação Portuguesa de Escritores e, recentemente, à direcção do Pen Clube Português. Tem ainda uma vasta obra infanto-juvenil, cujos títulos abanam em favor do imaginário infantil.

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João Manuel Ribeiro

Nasceu em 1968, em Oliveira de Azeméis. Encontra-se a concluir Doutoramento em Ciências da Educação, pela Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra, com dissertação sobre «A Poesia na Escola – Resposta ao texto poético e organização do ensino». É mestre em Supervisão Pedagógica e Formação de Formadores, pela Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra, com dissertação sobre «A Poesia no 1.º Ciclo do Ensino Básico – Das Orientações Curriculares às decisões docentes». É igulamente Master em libros y literatura infantil y juvenil, pela Universitat Autònoma de Barcelona, como monografia sobre «A Poesia para a infância e juventude de Vergílio Alberto Vieira: entre tradição e modernidade». Ainda Mestre em Teologia, pela Universidade Católica do Porto, com dissertação sobre «A evolução espiritual de Antero de Quental – Um itinerário da modernidade em Portugal», João Manuel ribeiro tem-se dedicado à escrita para crianças, acompanhando este processo com um trabalho de dinamização da literatura em Escolas Básicas do 1.º Ciclo e colégios, quer através de oficinas de escrita criativa quer através de encontros onde recita poesia. Dinamizou alguns projectos de escrita colaborativa com alunos, resultando desse processo alguns livros que integram já a sua vasta obra literária.

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Manuel António Pina

Jornalista e escritor, Manuel António Pina nasceu em 1943, no Sabugal, na Beira Alta. Licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, em 1971, exerceu a advocacia e foi técnico de publicidade. Abraçou a carreira de jornalista no Jornal de Notícias, onde passou a editor. A sua colaboração nos “media” também se distribui pela rádio e pela televisão.
Autor de livros para a infância e juventude e de textos poéticos, a sua obra apresenta uma grande coesão estrutural e reflete uma grande criatividade que exige do leitor um profundo sentido crítico e descodificador. “Brincando” com as palavras e os conceitos, num verdadeiro trocadilho, Manuel António Pina faz da sua obra um permanente “jogo de imaginação”, tal labirinto que obriga a um verdadeiro trabalho de desconstrução para se encontrar a saída.
Afirmou-se como uma das mais originais vozes poéticas na expressão pós-pessoana da fragmentação do eu, manifestando, sobretudo a partir de Nenhum Sítio, sob a influência de T. S. Elliot, Milton ou Jorge Luis Borges, uma tendência para a exploração das possibilidades filosóficas do poema, transportando a palavra poética “quer para a investigação do processo de conhecimento quer para a investigação do processo de existência literária” (cf. MARTINS, Manuel Frias - Sombras e Transparências da Literatura, Lisboa, INCM, 1983, p. 72).

Transmissora de valores, muita da sua obra infantojuvenil é selecionada para fazer parte dos manuais escolares, sendo também integrada em antologias portuguesas e espanholas.

Os seus textos dramáticos são frequentemente representados por grupos e companhias de teatro de todo o país e a sua ficção tem constituído o suporte de alguns programas de entretenimento televisivo, de que é exemplo a série infantil de doze episódios Histórias com Pés e Cabeça, 1979/80.
Como escritor, é autor de vários títulos de poesia, novelas, textos dramáticos e ensaios, entre os quais: em poesia - Nenhum Sítio (1984), O Caminho de Casa(1988), Um Sítio Onde pousar a Cabeça (1991), Algo Parecido Com Isto da Mesma Substância (1992); Farewell Happy Fields (1993), Cuidados Intensivos(1994), Nenhuma Palavra e Nenhuma Lembrança (1999), Le Noir (2000), Os Livros (2003); em novela - O Escuro (1997); em texto dramático - História com Reis, Rainhas, Bobos, Bombeiros e Galinhas (1984), A Guerra Do Tabuleiro de Xadrez (1985); no ensaio - Anikki – Bóbó (1997); na crónica - O Anacronista (1994); e, finalmente, na literatura infantil - O País das Pessoas de Pernas para o Ar (1973), Gigões e Amantes (1978), O Têpluquê (1976), O Pássaro da Cabeça (1983), Os Dois Ladrões (1986), Os Piratas (1986), O Inventão (1987),O Tesouro (1993), O Meu Rio é de Ouro (1995), Uma Viagem Fantástica(1996), Morket (1999), Histórias que me contaste tu (1999), O Livro de Desmatemática e A Noite, obra posta em palco pela Companhia de Teatro Pé de Vento, com encenação de João Luís.

A sua obra tem merecido, frequentemente, destaque, tendo sido já homenageado com diversos prémios, como, por exemplo, o Prémio Literário da Casa da Imprensa, em 1978, por Aquele Que Quer Morrer; o Grande Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens e a Menção do Júri do Prémio Europeu Pier Paolo Vergerio da Universidade de Pádua, em 1988, por O Inventão; o Prémio do Centro Português de Teatro para a Infância e Juventude, em 1988, pelo conjunto da obra; o Prémio Nacional de Crónica Press Clube/Clube de Jornalistas, em 1993, pelas suas crónicas; o Prémio da Crítica da Associação Portuguesa de Críticos Literários, em 2001, por Atropelamento e Fuga; e o Prémio de Poesia Luís Miguel Nava e o Grande Prémio de Poesia da APE/CTT, ambos pela obra Os Livros, recebidos em 2005. Em 2011 foi-lhe atribuído o Prémio Camões.

É sócio da Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto e Membro da Children´s Literature Association (CHLA – USA).

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Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada

Ana Maria Magalhães nasceu em Lisboa, a 14 de Abril de 1946 e é sobretudo escritora literatura infantojuvenil. Depois dos estudos secundários, no Colégio Sagrado Coração de Maria, frequentou a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde se licenciou em Filosofia. Iniciou a sua atividade docente como professora de História de Portugal, do 2º ciclo, no ano letivo de 1969/70. Integrou a equipa que se ocupou da Reforma do Sistema Educativo entre 1989 e 1991.

Isabel Alçada (nome literário e profissional de Maria Isabel Girão de Melo Veiga Vilar) nasceu em Lisboa a 29 de Maio de 1950.

Depois dos estudos secundários, no Lycée Français Charles Lepierre, ingressou na Universidade de Lisboa, onde se licenciou em Filosofia (1974). Dez anos mais tarde, obteve o grau de mestre em Análise Social da Educação, na Universidade de Boston, nos EUA (1984),reconhecido pela Universidade Nova de Lisboa. Começou a trabalhar, ainda estudante, no Centro de Psicologia e Formação Psicoforma (1973-1974) e, após o 25 de Abril, passou a integrar os quadros do Ministério da Educação, primeiro como técnica da Direção-Geral Permanente de Educação (1975), depois como técnica do Secretariado de Reestruturação do Ensino Secundário (1975-1976). Entre 1976 e 1985 dedicou-se ao ensino, como professora das disciplinas de Língua Portuguesa e História e Geografia de Portugal, no Ensino Básico. Em 1985 começou a lecionar (como Professora-Adjunta) na Escola Superior de Educação de Lisboa, na área da Sociologia da Educação. Exerceu funções públicas, tendo sido nomeada vogal do Conselho de Administração da Fundação de Serralves (2000-2004) e comissária do Plano Nacional de Leitura (2006). Foi empossada como Ministra da Educação do XVIII Governo Constitucional em 2006.

Como escritora destacou-se pelos livros da coleção Uma Aventura que ainda têm grande sucesso junto dos leitores mais jovens. Estes livros foram escritos em conjunto com a escritora Ana Maria Magalhães. O primeiro livro publicado foi em 1982 e intitula-se Uma Aventura na Cidade. Esta coleção tem já mais de 50 livros. Ambas têm diversos títulos publicados sobretudo para os mais jovens.

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Alice Vieira

Alice de Jesus Vieira Vassalo Pereira da Fonseca, nasceu a 20 de março de 1943. Jornalista e escritora, licenciou-se em Filologia Germânica pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. 

Dedicou-se desde cedo ao jornalismo, tendo trabalhado nos jornais Diário de Lisboa onde, juntamente com o seu marido, o jornalista e escritor Mário Castrim, dirigiu o suplemento “Juvenil”), Diário Popular e Diário de NotíciasColabora com as revistas Activa e Audácia, dos Missionários Combonianos.

Trabalhou em vários programas de televisão para crianças e é considerada uma das mais importantes autoras portuguesas de literatura infantojuvenil. As suas obras foram traduzidas para várias línguas, como o alemão, o búlgaro, o basco, o castelhano, o galego, o catalão, o francês, o húngaro, o holandês, o russo, o italiano, o chinês, o servo-croata.

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Alexandre Parafita

É natural de Sabrosa. Tem o Doutoramento em Cultura Portuguesa e o Mestrado em Ciências da Comunicação. A sua formação académica passou pela ex-Escola do Magistério Primário de Vila Real, pela Escola Superior de Jornalismo do Porto, pela Universidade de Coimbra, pela Universidade da Beira Interior (UBI) e pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD). Com vasta experiência no jornalismo (foi jornalista de carreira durante quase 20 anos), na docência, na investigação e no ensaísmo, integra os quadros da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, onde é responsável pelo Setor de Comunicação Institucional. Nesta Universidade é também vice-presidente do Observatório da Literatura Infanto-Juvenil (OBLIJ). É igualmente professor convidado do Instituto Politécnico de Bragança (Polo de Mirandela) e investigador integrado do Centro de Tradições Populares Portuguesas da Universidade de Lisboa, nas áreas da mitologia e da literatura oral tradicional, tendo vindo a realizar estudos e pesquisas que lhe permitiram resgatar mais de um milhar de textos inéditos em risco de se perderem na memória oral. Atualmente, faz parte da equipa de investigação incumbida de realizar o “Arquivo e Catálogo do Corpus Lendário Português”, no âmbito da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT).

Como escritor, a sua obra faz parte do Plano Nacional de Leitura, integra manuais escolares de vários níveis de ensino e é bibliografia obrigatória em cursos de licenciatura e mestrado em escolas superiores e universidades.

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Rosário Alçada Araújo

Rosário Alçada Araújo nasceu em Lisboa, em 1973. Licenciou-se em Direito, mas cedo deixou a vida de jurista, rumo a Londres, onde realizou um mestrado em Sociologia da Comunicação. Foi também aí que se aproximou do mundo da literatura infantil, quer através da frequência de um curso de escrita criativa para crianças, quer pelas suas próprias pesquisas em bibliotecas e livrarias. Em 2002 regressa a Portugal e escreve o primeiro livro para crianças – o qual, em 2003, é recomendado para publicação pelo Prémio Branquinho da Fonseca (Expresso/ Gulbenkian), iniciando assim o seu percurso como autora infantil.

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Álvaro Magalhães

Álvaro Magalhães nasceu no Porto, em março de 1951. Começou por publicar poesia no início dos anos 80 e, em 1982, publicou o seu primeiro livro para crianças, intitulado História com muitas Letras. Desde então construiu uma obra singular e diversificada, que conta atualmente com mais de três dezenas de títulos e integra contos, poesia, narrativas juvenis e textos dramáticos. As suas obras para a infância, onde reina a força do imaginário e da palavra, são o produto de uma sensibilidade espiritualizada que reivindica a totalidade mágica da existência e apelam permanentemente à imaginação e ao sonho, não como formas de escapismo mas como fatores poderosos de modelação do ser.

 sido atribuídos vários prémios entre os quais se destacam os prémios atribuídos pela Associação Portuguesa de Escritores e pelo Ministério da Cultura entre 1981 e 1985, o Grande Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens 2002 para o livro Hipopóptimos – Uma História de Amor e a nomeação para a Lista de Honra do IBBY (International Board on Books For Young People) em 2002, com O Limpa-Palavras e outros Poemas.


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